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Lowrider Brasil

Lowrider Brasil

Exibino no Discovery Channel e Discovery Turbo

Docu-Reality, 13 x 30'

Finalizado

Discovery Channel

Um carro rebaixado, com rodas raiadas, suspensão hidráulica e pintura brilhante. E que, além de tudo, pula. É o caríssimo automóvel dos sonhos de muitas pessoas. Mas para ser dono de um lowrider, não basta dinheiro: é preciso fazer por merecer. Esse é o universo que a série Lowrider Brasil aborda ao acompanhar a rotina do car club Vida Real, precursor da cultura no país. Explorando as engrenagens deste clube, conhecemos Tatá, o líder do grupo, e seus parceiros Japonês e Alemão. Tatá é conhecido por ser rigoroso na avaliação de novos membros. Japonês é o explosivo mecânico dos carros. Já Alemão é um autêntico “chicano” e responsável pelos projetos de bikes lowriders. O cotidiano desses protagonistas e sua convivência com outras figuras que frequentam o car club são retratados nesse universo com códigos morais rígidos, onde todos se dedicam a uma paixão em comum: fazer carros e bikes lowriders.

Tatá

Tatá

Morou em Miami, onde, há 20 anos, foi iniciado na arte da customização lowrider. Mais tarde, tornou-se precursor do estilo de vida no Brasil. Em 1997, fundou o Vida Real Car Club, na Moóca, bairro da zona leste de São Paulo. O processo seletivo para escolha dos membros do Vida Real foi apelidado de “A Peneira do Tatá”, por conta da rigorosidade dos métodos e requisitos.
Obstinado e perfeccionista, Tatá não confia em ninguém além de si mesmo. Esse seguidor da cultura lowrider é também um empresário de sucesso: tem uma hamburgueria, a Cadillac Burger – decorada com adereços da cultura norte-americana dos anos 1950 –, um food truck e um lava-rápido. No andar superior da hamburgueria, fica o escritório que acomoda a sede do “império lowrider” que ele construiu. Líder e oráculo, Tatá é respeitado por toda a comunidade.

Japonês

Japonês

Nascido em Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo, esse rapaz de boca suja e poucos amigos teve a vida esculpida em aço e solda. Mudou-se para o Japão em 1988, onde teve o primeiro contato com a cultura lowrider. Lá, tornou-se referência na customização de carros e foi membro do “New Mafia Car Club”. De volta ao Brasil, em 1997, montou o primeiro carro lowrider do país, um Ford Galáxia 1968. Primeiro, conheceu Alemão e, em seguida, Tatá, quem o convidou a integrar o “Vida Real Car Club” e passou a ele toda a responsabilidade da oficina. Desde o reforço do chassis até a instalação das mais potentes bombas hidráulicas, tudo passa pela mão do Japonês. A oficina fica no Campo Limpo, zona sul de São Paulo. Para ter o carro customizado pelo Japonês, não basta ter dinheiro, é preciso chegar pelo caminho certo, indicado pelos membros do grupo. O ajudante de Japonês é Vinícius, já acostumado aos gritos e xingamentos do patrão.

Alemão

Alemão

Conciliador e tranquilo, Alemão é o confidente de Tatá. Sua especialidade são as bikes lowriders: beach cruises, chopper e krate.
Alemão gosta de criar peças únicas e sempre conta com a ajuda de seus assistentes: Samir cuida da solda e pintura, enquanto Feijão ajuda na montagem. Devoto da Virgem de Guadalupe e igualmente dedicado à tequila, Alemão construiu em casa um verdadeiro museu da cultura lowrider – fotos, miniaturas, homenagens e, claro, muitas bikes. A vida de Alemão é marcada por um drama pessoal. Há três anos, seu filho Marquinhos foi preso. Para ajudá-lo e incentivá-lo, ele batizou seu Bike Club de “Otra Vida”. Por meio do clube, pessoas que saem da prisão e do crime têm a oportunidade de começar de novo. Alemão é movido por seu grande coração e pelo sonho de ver o filho de volta à liberdade. Referência da cultura chicana em São Paulo, ele é o cara quando o assunto é história lowrider.

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